Reflexão do Dia

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Reflexão do Dia

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E se assentaram juntamente com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma, porque viam que a dor era muito grande (Jó 2:13). Seria tão bom se todos tivessem amigos que se importassem consigo nos momentos de angústia! Jó tinha esses amigos. Quando tomaram conhecimento de seu sofrimento foram até sua casa e ali permaneceram sete dias e sete noites sem falar absolutamente nada. Com a atitude do silêncio estavam se condoendo da situação do amigo e imagino que pensavam sobre o que deveriam falar… se é que deveriam. Jó não tinha ânimo para dizer coisa alguma. Até que, em determinado momento decidiu compartilhar com os amigos os sentimentos que lhe afligiam o coração e a alma. A partir do desabafo de Jó, eles resolveram abrir a boca. Porém, foram infelizes em suas palavras e ao final da história, o próprio Jó foi quem orou por eles. Precisamos ter sabedoria quando nos deparamos com a aflição alheia. Principalmente quando se trata de amigos, pessoas chegadas pelas quais nutrimos sentimento de carinho e consideração. É verdade que nos importamos e tentamos, de todas as maneiras, encontrar uma forma de falar algo positivo para elevar o moral daquela pessoa. Mas, nem sempre somos felizes. Temos a tendência de julgar, apontar o dedo e dizer que a situação está acontecendo por causa disso ou daquilo que a pessoa fez. Apontamos as falhas, dizemos que são consequências e perdemos uma grande oportunidade de ficarmos calados. Em algumas ocasiões, quando vamos embora, elas gostariam que não tivéssemos ido ao seu encontro. Não foi produtivo. Não foi abençoador. Busquemos sabedoria em Deus para que possamos ser instrumentos de bênçãos na vida de nossos amigos. Existe a hora de ficar calado e a hora de falar. Mas, é preciso sabedoria para não apenas falar na hora certa, mas também dizer as palavras certas. É uma perfeita combinação. acesse nosso site: www.edificandoumnovolar.com.br

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Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha (Mateus 7:24-25). O lar edificado na Rocha está seguro porque seus fundamentos são sólidos. Esta casa é constituída por um homem que reconhece e pratica suas responsabilidades contidas na Palavra na condição de marido. Entende a necessidade de amar sua esposa como Cristo amou a igreja. Busca satisfazer os desejos de seu coração, a acolhe, sustenta e lhe faz bem. Ele tem o entendimento de que, se não cumprir com as determinações contidas nas Sagradas Escrituras não lhe será possível ser bem sucedido. Por maior que seja seu sucesso na vida profissional, na sociedade e no ministério, se não estiver cumprindo com seu papel dentro de casa, não será um homem feliz. Este lar ainda tem uma mulher consciente de que Deus a colocou como auxiliadora idônea e como tal deve proceder. Honra e respeita o marido, lhe faz bem todos os dias e cuida para que sua casa esteja sempre organizada. Se ela não se posicionar como alguém que reconhece a posição de seu marido, sofrerá muitos reveses, pois terá a tendência de agir por conta própria, entrar em competição com ele e provocar situações de conflitos. Sabe-se que a família está sujeita a enfrentar a chuva, tempestades, ventos fortes que sopram tentando abalar sua estrutura. No entanto, apesar de todas as adversidades, ela permanecerá firme, equilibrada e não será abalada pelas intempéries, pois tem um homem e uma mulher prudentes e que edificaram sua casa em firmes fundamentos. Por ser firmado na Rocha este lar será sempre um local de adoração, um porto seguro, onde cada pessoa sentirá segurança. Nada abala a fé e convicção de que Deus está no controle. Os filhos aprendem com o bom exemplo de seus pais e crescem ampliando o conhecimento para também ajudarem na edificação de seu lar em Cristo. Mais tarde, quando se casarem seus lares serão igualmente firmados na Rocha porque aprenderam, desde a tenra idade... Continua:

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